quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Debate sobre a privatização na saúde- em Londrina- promovido pelo Sindsaúde!

http://www.sindsaudepr.org.br/noticias/3560/para-enfrentar-a-funeas-e-preciso-embasamento
01/12/2014 Para enfrentar a Funeas é preciso embasamento Para enfrentar o monstro da privatização em 2015, para sabermos lidar com esse monstro, para traçar estratégias para enfrentá-lo, é preciso, sim, conhecer o que esse perigo representa. Uma boa oportunidade é o Seminário que vai acontecer sexta-feira, dia 5, em Londrina. O seminário, que precede a assembleia da brava gente, vai contar com três pesos pesados das privatizações. Confira a programação: 8h30 – Credenciamento 9h30 – Abertura e saudação da Direção do SindSaúde-PR 10h – Mesa temática: As deficiências da saúde pública mascaram a intenção de privatizar Palestrante convidada – Sara Granemann, graduada em Serviço Social pela Fundação Universitária do Alto Vale do Rio do Peixe/SC, especialista em Antropologia Social pela Universidade Federal do Paraná/PR, mestre e doutora em Serviço Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro/RJ, estuda e pesquisa a privatização dos hospitais universitários (HU). Debatedor/a – Wanderli Machado, assistente social, diretora presidente do Conselho Regional de Serviço Social – CRESS 11a Região, Conselheira do Conselho Estadual de Saúde (CES PR), membro da Frente Drogas e Direitos Humanos (Coletivo PR), trajetória de militância no Fórum Popular de Saúde e em defesa do SUS. Coordenadora da mesa – Renata de Almeida 10h30 - Debates 12h30 – Almoço 14h - Mesa temática: Sistema Único de Saúde – SUS e a transgressão do direito à saúde Palestrante convidado - Jackeline Lourenço Aristides, enfermeira, mestre em saúde coletiva (UEL), militante do Fórum Popular em Defesa da Saúde Pública de Londrina e Região e da Associação Londrinense de Saúde Mental. Debatedora – Elaine Rodella, psicóloga servidora estadual, diretora do SindSaúde-PR, especialista em saúde pública, conselheira do Conselho Estadual de Saúde (CES PR), trajetória de militância no Fórum Popular de Saúde, na defesa do SUS e dos direitos da classe trabalhadora. Coordenadora da mesa – Mônica Glinski 15h – Debates 16h – Café Portanto, o seminário é um bom momento de aprender, trocar ideias e levar sua opinião sobre o assunto. Compartilhar

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Reunião do Fórum Popular em Defesa da Saúde Pública de Londrina e Região- Mês de Outubro

É com imensa satisfação que convidamos a tod@s para a reunião ordinária do Fórum Popular em Defesa da Saúde Pública de Londrina e Região. Quando- dia 21 de outubro as 19 horas Onde- Rua Flamboyant, 181- Jd. Leonor- próximo à dedic (qualquer dúvida para chegar- liguem 99736777); Pauta: Conselho Municipal de Saúde e Saúde da Mulher em Londrina; Contamos com tod@s para construirmos um SUS com ampla participação popular! AbraSUS!

quarta-feira, 18 de junho de 2014

NOTA DE REPÚDIO CONTRA O AUTORISMO UTILIZADO PELA REITORIA DA UFPR PARA IMPLANTAR A PRIVATIZAÇÃO NO HOSPITAL DE CLÍNICAS DA UFPR

Londrina, 14 de junho de 2014 NOTA DE REPÚDIO CONTRA O AUTORISMO UTILIZADO PELA REITORIA DA UFPR PARA IMPLANTAR A PRIVATIZAÇÃO NO HOSPITAL DE CLÍNICAS DE CURITIBA O Fórum Popular em Defesa da Saúde Pública de Londrina e Região vem por meio deste repudiar a atitude do sr. Reitor da UFPR. O mesmo utilizou-se de meios arbitrários e autoritários para tentar conseguir “goela abaixo a EBSERH- Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares”. Contratou cerca de 150 seguranças privados para coibir a participação dos manifestantes (funcionários públicos com longos anos de carreira, profissionais de saúde, estudantes da área de saúde e usuários do SUS). Usou do aparato da polícia militar para agir com violência, policiais se lançavam para cima dos manifestantes para provocar e incitar a violência. Marcou reunião do conselheiro universitário em cima da hora e fora da universidade, para ninguém da comunidade universitária participar, mesmo os mais interessados: os profissionais do Hospital de Clínicas e estudantes da saúde. Utilizou-se também da polícia para escoltar o ônibus com os conselheiros universitários favoráveis à EBSERH. Todos estes fatos reiteram a forma autoritário com que o mesmo tem colocado a questão para o HC de Curitiba. A reitoria desqualificou quem vinha de fora de Curitiba, incitando o ódio, chamando os de “satanistas” e “ comunistas comedores de criancinhas”. Caro reitor, o SUS é público, é regionalizado e todos do interior do Paraná e de outras cidades e estados do Brasil tem direito ao acesso ao HC. O Movimento em Defesa do HC é legítimo e o Fórum continuará se solidarizando com os inúmeros profissionais que correm o risco de perderem seus empregos (mais de 900), com a população que perde com a privatização (lucro acima de tudo, dupla porta de entrada para ricos e pobres, abertura para cobrança de procedimentos). O Movimento só obteve êxito porque conseguiu na justiça uma liminar favorável no sentido de que a reunião era ilegal porque fora marcada em cima da hora. A EBSERH já tem mostrado em vários hospitais a corrupção e recentemente greve nos Hospitais Universitários do Rio de Janeiro e Brasília! Com menos de 1 ano a EBSERH mostra a todos a que veio! O HC é de todos nós paranaenses! E, brasileiros! Seguimos na Luta!

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Contribuição sobre a dengue- para Londrina

O Fórum Popular em Defesa da Saúde Pública de Londrina e Região tem uma cadeira no conselho municipal de saúde de Londrina. Nosso nome para o conselheira é o da Juvira Cordeiro, líder comunitária do Jd. Leonor. O Fórum apresentou na última reunião do conselho municipal a carta abaixo com elementos para pensarmos a dengue no município, e também trouxe estes questionamentos, fruto de debates que fizemos internamente em nossas reuniões do fórum para o comitê da dengue. Seguimos no controle social. O Fórum Popular em Defesa da Saúde Pública de Londrina e Região é uma entidade composta por militantes da área da saúde, lideranças comunitárias, técnicos de saúde, e estudantes e se configura como uma frente de luta para discutir e debater com seriedade os problemas de saúde do município. Feito esta explanação, entendemos que o fórum tem o dever de se envolver em debates que atingem a saúde da população, causando o seu adoecimento, neste caso o do dengue em nosso município. Neste sentido apresentamos neste documento algumas contribuições sobre a epidemia de dengue em nosso município, apontando alguns caminhos e interrogando outros. O debate é fruto do acúmulo rico que possuem nossos membros, que militam, trabalham, vivem e estudam saúde. - O Fórum acredita que a aproximação dos agentes de endemias com a Estratégia Saúde da Família deve ser consolidada de uma vez por todas. A coordenação das Unidades Saúde da Família tem que estar próxima ao trabalho dos agentes de endemias. O trabalho de combate à dengue deve estar junto a estas unidades, não faz sentido algum o agente de endemia trabalhar isoladamente e as unidades não se apropriarem do combate e enfrentamento à dengue. Observamos que poucas são as unidades que conseguem fazer este trabalho de monitoramento, prevenção e promoção em saúde. Existe uma portaria a 1007 de 2010 que fala do estímulo financeiro que há para as unidades de saúde que adotarem o modelo de adesão ao trabalho de enfrentamento à dengue. Só existe vantagem neste modelo que se mostra mais integral às necessidades desta demanda. - Os agentes comunitários de saúde devem trabalhar conjuntamente com os agentes de endemias porque os primeiros conhecem de fato suas famílias e seus problemas, reconhecem quem são as pessoas que têm dificuldade cognitiva de entender orientações de combate à dengue, ou possuem limitações de saúde mental (fobia social, depressão) para abrir as portas para os agentes de endemias durante a vistoria. - Também encontramos o problema dos “acumuladores”, pessoas que moram na comunidade e que sofrendo de algum problema emocional (TOC, por exemplo) acabam por acumular objetos que juntam água. Podemos autuá-los, mas se não trabalharmos o seu emocional, vão continuar fatalmente acumulando mais e mais. O Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) pode se envolver nestes casos, que parecem isolados, mas que ocorrem por todo o município e que interferem sim na cadeia de transmissão da dengue. - Os pneumáticos continuam sendo desprezados irregularmente pela comunidade e por lojas especializadas, nos chegou recentemente relato de alguns moradores que vão até o local destinado para o seu desprezo e que têm de desembolsar dinheiro para deixá-los, o que leva ao desestímulo do seu destino correto. - Sugerimos que nas unidades de saúde da família tenham pessoas que sejam referência na assistência à pessoa com suspeita do dengue, porque estas teriam um olhar mais apurado sobre o tema, porque o vírus do dengue tem mostrado sua habilidade em produzir sintomas não clássicos, que continuam passando desapercebidos por alguns profissionais de saúde. Exemplos como este já ocorrem em outros municípios do Rio de Janeiro. A partir deste debate, gostaríamos de saber da secretaria de saúde como andam estes questionamentos acima relatados, de preferência com números. Atenciosamente, Fórum Popular de Saúde –forumldn@gmail.com

Confira o volume II do Jornal do Fórum Popular de Saúde de Londrina e Região!

Para acessar o II Jornal do Fórum Popular de Saúde acessem: http://manifestolondrina.blogspot.com.br/2014/05/acessem-o-ii-jornal-do-forum-popular-de.html

sábado, 3 de maio de 2014

A Associação Londrinense de Saúde Mental convida: I Encontro da Luta Antimanicomial de Londrina


Participação do Fórum no I Encontro de Controle Social na Saúde- UEL

 No primeiro dia (29 de abril) tivemos a participação do filósofo Dr. Alex da PUC SP que debateu sobre a contemporaneidade de Gramsci nos dias de hoje para entendermos o papel da participação dos trabalhadores nos movimentos de luta. Neste dia ainda tivemos a participação da professora Pós Doutora Maria Valéria Correia da UFA que brilhantemente falou dos modelos de gestão para a saúde e a onda de privatização por todo o Brasil. Também participamos de uma roda de conversa com os principais líderes que atuam na defesa da saúde pública no município: além da Associação Londrinense de Saúde Mental, o Fórum Popular em Defesa da Saúde Pública de Londrina e Região, Conselho Regional de Psicologia, Comissão de Saúde do CDH- comissão de direitos humanos, conselhos locais do Piza, Leonor e Aquiles Stenghel. É pena que muitos conselheiros municipais não participaram. No segundo dia tivemos grupos de trabalho com a profa. Dra. Líria Bettiol do Departamento de Serviço Social e com o Ms. em Serviço Social Fabrício que abordaram o tema da construção da reforma sanitária e participação popular. Há muitos anos não víamos a união de tantos movimentos que não se corromperam e lutam bravamente em defesa da saúde pública de Londrina e Região.